
VEJA TAMBÉM AS MENSAGENS DE 2011
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AS TRÊS PENEIRAS
Olavo foi transferido de projeto, logo no primeiro dia, para fazer média com o novo chefe, saiu-se com esta: - Chefe, o senhor nem imagina o que me contaram a respeito do Silva. Disseram que ele... Nem chegou a terminar a frase, Juliano, o chefe, apartou:
- Espere um pouco, Olavo. O que vai me contar já passou pelo crivo das três peneiras? - Peneiras? Que peneiras, chefe?
- A primeira, Olavo, é a da VERDADE . Você tem certeza de que esse fato é absolutamente verdadeiro?
- Não. Não tenho, não. Como posso saber? O que sei foi o que me contaram. Mas eu acho que...
E, novamente, Olavo é interrompido pelo chefe:
- Então sua historia já vazou a primeira peneira. Vamos então para segunda peneira que é a da BONDADE
. O que você vai me contar, gostaria que os outros também dissessem a seu respeito?
- Claro que não! Deus me livre, chefe - diz Olavo, assustado.
- Então, - continua o chefe - sua historia vazou a segunda peneira.
- Vamos ver a terceira peneira, que é a da NECESSIDADE . Você acha mesmo necessário me contar esse fato ou mesmo passa-lo adiante?
- Não, chefe. Passando pelo crivo dessas peneiras, vi que não sobrou nada do que eu iria contar - fala Olavo, surpreendido.
- Pois é, Olavo, já pensou como as pessoas seriam mais felizes se todos usassem essas peneiras? diz o chefe e continua: - Da próxima vez em que surgir um boato por aí, submeta-o ao crivo destas três peneiras:
-VERDADE
-BONDADE
- NECESSIDADE
antes de obedecer ao impulso de passá-lo adiante, porque:
PESSOAS INTELIGENTES FALAM SOBRE IDÉIAS,
PESSOAS COMUNS FALAM SOBRE COISAS,
PESSOAS MEDÍOCRES FALAM SOBRE PESSOAS.
(autoria desconhecida)
INICIEMOS O NOVO ANO, FAZENDO UMA ORAÇÃO PELA HUMANIDADE
Deus, nosso Pai misericordioso e bom!
Diante das sombras que se espalham sobre o nosso planeta, desejamos rogar a sua ajuda, como jamais o fizemos antes. Sabemos que o Senhor é onisciente e sabe tudo o que acontece neste minúsculo grão de areia que chamamos terra, mas desejamos externar a nossa singela oração.
Senhor, muitos dos seus filhos se esqueceram que são filhos da luz e se obstinam em disseminar trevas por onde passam. Alguns homens perderam a fé na vida, perderam a fé no Senhor..., e se perderam... Outros pensam que a terra está à beira do caos e que o Senhor, que acende as estrelas e faz girar os astros, abandonou a humanidade terrestre.
Compadeça-se das nossas misérias morais e abençoe-nos... Releve a nossa ignorância, tolere a nossa ingratidão e perdoe a nossa falta de fé. Esquecidos de que em essência somos luz, Senhor, permitimos que as sombras nos cubram a visão e nos infelicitem. Há tanta falta de luz no mundo, Senhor... Enquanto o amor se esgueira, tímido, a violência se mostra em plena luz do dia, sem disfarce... Até parece, Senhor, que muitos dos seus filhos enlouqueceram, acreditando-se Senhores da terra e dos seus irmãos em humanidade...
Há homens que esqueceram os verdadeiros valores do espírito e penhoram seu patrimônio moral em troca de dinheiro, como se o dinheiro fosse a única coisa que importa... Alguns até agem como se o dinheiro fosse seu único e poderoso Deus...
Sabemos, Senhor, que o homem é o único ser capaz de reconhecer a sua soberania, mas às vezes dá a impressão de que os animais são mais dóceis e executam de maneira mais eficiente as tarefas que lhes cabem na sua obra. Senhor, por tudo isso queremos lhe rogar: ajude-nos a construir um mundo melhor, de onde a guerra seja banida de vez por todas... Um mundo onde o ser humano seja mais valorizado do que algumas notas de dinheiro... Um mundo onde o ser humano seja mais importante do que um cargo, do que um pedaço de chão, do que um papelote de drogas, do que outro interesse qualquer.
Eis a nossa rogativa, Senhor. Ajude-nos a enxergar um pouco além dos nossos próprios interesses para construir a paz tão almejada e tão pouco buscada de verdade... Ajude-nos a retirar dos olhos a venda da vaidade, que nos impede de enxergar as nossas deformidades morais e nossa pequenez diante da sua grandeza.
Ajude-nos a romper essa concha de egoísmo que nos paralisa as mãos e nos impede de estender os braços para ajudar nossos irmãos. Ajude-nos a diluir essa máscara de prepotência para que possamos entender que nada somos sem o seu amor... Ajude-nos, Senhor, a elevar o olhar acima da própria estatura, para vislumbrar o horizonte e caminhar em sua direção. Ajude-nos a abrir mão da auto-piedade e lançar o olhar em redor... Descobrir nosso próximo e nos aproximar dele...
Ensine-nos, Pai, a construir pontes de entendimento, a estreitar laços de amizade, a entender o semelhante, a amar... Ajude-nos, Senhor, a admitir a própria fragilidade... A livrar-nos da arrogância... A construir jardins... A espalhar perfume... A enxugar lágrimas.. A caminhar com coragem... A acreditar na vida e no seu incondicional amor... A disseminar esperança... A sorrir sempre... A perdoar sem condições... E, por fim, Senhor, ajude-nos a voltar nosso olhar para as estrelas, mesmo que nossos pés ainda se achem encharcados de lama. Que assim possa ser, Senhor!
(Desconhecemos a autoria)

ALGUNS... E NÓS
Nunca influenciaremos a todos, mas sempre influenciaremos alguns. Reflitamos no assunto,revendo o que transmitimos: A descrença suscita a descrença. A dúvida gera a dúvida. O desânimo sugere o desânimo. A tristeza espalha a tristeza. A fé atrai a fé.A esperança acende a esperança. A bondade cria a bondade. O amor estende o amor... Emmanuel ("Mãos Marcadas" - Chico. Xavier)
OLHAI OS LÍRIOS DO CAMPO "
Considerai como crescem os lírios dos campos" (Mt 6.28)
"Preciso de óleo" disse um monge. Então plantou uma muda de oliveira.
"Senhor", pediu ele, "ela precisa de chuva, para que suas raízes possam beber e propiciar seu crescimento, mande chuva branda que não a machuque".
E o Senhor mandou-lhe chuvas brandas. "Senhor", pediu novamente: "Minha planta precisa de sol, não muito forte que a abrase". E o sol brilhou dourando as nuvenzinhas chuvosas.
"Agora, preciso de neve para que minha oliveira ganhe robustez", pediu novamente, e a neve caiu sobre a planta. No entanto, ao acordar no dia seguinte encontrou a plantinha morta.
Então o monge foi a outro e contou-lhe sua experiência. "Eu também plantei uma oliveira", disse o outro, "e veja como está viçosa", mostrou. "Eu confiei minha planta ao Deus que a criou. Ele que a fez sabe do que ela precisa, melhor que monges como eu, não impus condições, não estabeleci meios ou maneiras, apenas pedi: manda o que ela precisa, chuva, sol, vento, neve, Tu o fizestes e Tu sabes”.
Nós, como os lírios dos campos crescemos, quer no sol, quer na chuva, e muito mais que os lírios, Deus nos tem amor, e trabalha para quem nele espera, acredite na vida, alguém está cuidando de você, mesmo que não saibamos exatamente o que pedir, se houver amor em nossos corações, receberemos o sol e a chuva na hora certa.
Baseado em texto do livro Mananciais no Deserto, via A Era do Espírito.
REAÇÕES VIOLENTAS
Está se tornando algo comum as pessoas reagirem com violência ao mal que lhes acontece, ou àquilo que está em desacordo com os seus desejos. Exatamente como a criança indisciplinada reage, gritando, jogando coisas quando suas vontades não são atendidas, as pessoas estão se permitindo agredir, revidar. Quando o trânsito está lento há os que xingam a administração pública que não planeja vias melhores para o escoamento rápido dos veículos. Se a loja informa que o artigo em oferta acabou, há os que se acham no direito de agredir os funcionários, acusando-os de propaganda enganosa. Se o caixa se engana no troco, logo se afirma que ele é um indivíduo desonesto, desejando engordar o próprio salário. Se a empregada pede para sair um pouco mais cedo, dizendo que deve levar o filho ao médico, logo alguém diz que ela não deseja trabalhar, que está inventando mentiras. Se alguém esbarra em outra pessoa na rua, de imediato gritam alguns que o sujeito é mal educado, malcriado. Um abuso! Em síntese, estamos vivendo uma época de muita agressividade. E nos queixamos da violência que toma conta das ruas, sem atentarmos que nós mesmos, muitas vezes, também agimos com violência. Conta-se que um grande militar, desejando se espiritualizar, escolheu um sábio religioso e lhe perguntou: - Onde começa o inferno? O pensador experiente meditou e falou: - Por que um homem sem escrúpulos deseja saber onde começa o inferno? Cheio de armas destruidoras de vida, acerca-se de mim para perguntas tolas. O que espera que lhe diga, eu, que sou um homem de paz e justiça? Antes que continuasse, o militar o interrompeu, levantando a espada e exigindo, cheio de raiva, que o sábio o respeitasse. Sem qualquer receio, o homem velho esclareceu: - Aqui começa o inferno: na raiva descontrolada. O guerreiro compreendeu e num gesto rápido, tornou a colocar na bainha a espada, pedindo desculpas. O sábio então o esclareceu: - Homem, nesse seu gesto começa o céu. A raiva pode ser comparada a uma faísca portadora do poder de atear grandes incêndios. Basta uma palavra mal pensada, um gesto imprevisto para a gerar. Quando solta, desencadeia conflitos inúteis e destruidores. O homem que alimenta a raiva e se deixa dominar por ela, se torna bruto e violento Os antídotos para a raiva são a humildade que leva o indivíduo a reconhecer a própria fragilidade; a paciência, que lhe permite acompanhar o desenvolvimento da questão; a tolerância que entende a dificuldade alheia; enfim, o amor que é abençoada luz em todas as circunstâncias.
A cólera é uma loucura breve. Horácio

PALAVRAS PARA REFLEXÃO
"Quem aplica um castigo quando está irritado, não corrige, vinga-se." (Montaigne)
"Aquele que fala irrefletidamente, assemelha-se ao caçador que dispara sem apontar." (Montesquieu)
"Precisamos calar para aprender a escutar direito." Anselm Grün,
"Calar significa proibir a si mesmo(a) de condenar os outros, ou de julgá-los. Quem cala dessa forma encontra a paz interior." Anselm Grün
"As feridas que causamos e as feridas que sofremos raramente são pesadas na mesma balança."
Esopo (620 - 560 A .C.)
"Uma das formas de se exercitar e praticar a simplicidade é não criar expectativas antes dos eventos, não complicar as coisas durante os acontecimentos e não remoer algo que já passou. Quem vive premeditando, com expectativa aumentada perde a simplicidade e a paz interior." (Wu Jyh Cherng)
" Uma palavra carinhosa é capaz de aquecer três meses de inverno." Provérbio Japonês

A PARTE QUE NOS CABE
Quando Jesus nos orientou sobre a idéia de que nossa mão direita não deve saber o que faz a esquerda, pretendia ensinar-nos que não deveríamos fazer publicidade do bem que praticamos. Afinal, quando fazemos algo de bom a motivação por tal atitude não deve ser o orgulho ou o desejo de que sejamos notados ou reconhecidos publicamente por isso. Essa prática deve ser estimulada pela consciência de que podemos e devemos fazer algo pelos outros. Mas o que fazer? Muitas pessoas lamentam não poder fazer todo o bem que desejariam por falta de recursos materiais para tanto. Porém, há muito a ser feito que dispensa a aplicação de grande soma de recursos financeiros. Se você não tem disponibilidade econômica para auxiliar os menos favorecidos na vida, quem sabe pode doar seu tempo em prol deles. Embora não haja muita divulgação na mídia a respeito, sabemos que existem muitos grupos organizados desenvolvendo diversos trabalhos voluntários. Há grupos de senhoras que semanalmente costuram retalhos que arrecadam para fazer cobertores para famílias carentes. Há aqueles que ensinam o que sabem para aqueles que não tiveram as mesmas oportunidades, desenvolvendo potenciais adormecidos, descortinando-lhes, assim, novos horizontes. Isso é promoção humana. Grupos de voluntários se dispõem a ensinar informática em núcleos carentes a fim de iniciar em tais conhecimentos pessoas que jamais teriam acesso a esses recursos pelos meios usuais. Há professores de música formando corais e dando as primeiras noções sobre esta arte, para crianças que vivem em favelas em situações de miséria. Há profissionais de saúde que se organizam e oferecem seu tempo, atendendo gratuitamente em consultórios comunitários, instalados em bairros de extrema pobreza. Há ainda, aqueles que assumem auxiliar uma criança, ou uma família, oferecendo-lhes o apoio que lhes seja possível, sem nada receber em troca. Existem inúmeros “bons samaritanos” anônimos espalhados pelo mundo. São pessoas que oferecem aos irmãos que sofrem, não apenas bens materiais, mas coisas muito mais valiosas: tempo e dedicação. Se você realmente deseja construir um mundo melhor, faça a sua parte para isso. Há tanto a ser feito. Tantos são os que sofrem. Muitos idosos aguardam por anos a fio, em asilos, a visita de alguém que se disponha a ouvi-los. Muitas crianças necessitam da orientação segura de alguém que possa ensiná-las e guiá-las por meio de exemplos nobres e dignos. Muitas são as pessoas que não tiveram chances de aprender um ofício ou mesmo a ler e a escrever, esperando por uma oportunidade nesse sentido. Temos em nossas mãos tantos talentos e tantos recursos corroídos pela ociosidade e pelo egoísmo. Quantas horas mal utilizadas passadas diante da TV sem nada se fazer? Quantos finais de semana passados dentro de carros de um lado para o outro, sem que se vá efetivamente a lugar algum? Quanta vida passando sem que se faça nada de útil e proveitoso com ela? Não há motivo, nem sentido, retardar nossa ação efetiva no bem. Façamos, a partir de agora, a nossa parte, seja ela qual for. Equipe de Redação do Momento Espírita, com base no capítulo XIII de O Evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec

PEQUENOS LEMBRETES AO FREQUENTAR A CASA ESPÍRITA
*Procure chegar antes do início da reunião.
* Colabore com a ambientação, mantendo-se em silêncio .
* Desligue o celular antes do início da reunião . Esteja ligado com a Espiritualidade e não ao celular .
* O passe não é obrigatório , porém para melhor aproveitá-lo, mantenha-se sintonizado com a Espiritualidade .

SÊ TU QUEM AMA
Não esperes pela ofensa de quem ainda te não pode compreender para exercitares o perdão. Reconcilia-te com a vida, com as leis que te regem, com os irmãos de experiência que seguem ao teu lado, cada dia. Cessemos a produção da crítica envenenada, apaguemos os impulsos de destruição, emudeçamos a palavra amarga, afastemo-nos em definitivo, da injúria, da maldade, da ingratidão. Não bastam afirmativas labiais de bondade. Não valem promessas constantemente adiadas de apaziguamento e colaboração. É indispensável pensar e agir em termos de amor, confiando alma e coração à fraternidade. Alguém nos desatende? Prossigamos servindo. Há quem nos atire espinhos da indiferença? Avancemos no plantio do bem. Se o clima social não nos favorece, saibamos favorecê-lo com a reafirmação de nossos testemunhos de trabalho incessante, no culto da consciência reta. Se a instituição a que pretendemos auxiliar não nos estende o concurso sincero, façamos silêncio e continuemos oferecendo o melhor de nós mesmos aos companheiros de ideal. Apaguemos a fogueira do ódio em nossas manifestações verbalísticas e acendamos a luz da solidariedade para com todos, a fim de que o nosso passo seja útil na senda de nossos semelhantes. O mundo está repleto de censores, de juízes gratuitos, de gênios da sombra, invariavelmente prontos a atacar e perturbar, de petroleiros da discórdia e da separação! Sê tu quem auxilie, quem encoraje a esperança, quem aclare o caminho e quem estende sobre a vida o manto da paz, e terás brilhando sobre ti a luz do Mestre Divino, que, em se imolando, por amor, na cruz do sacrifício, reconciliou o transviado homem da Terra com a Luz Celestial. Trevo de Idéias-Francisco Cândido Xavier/Emmanuel
REGRAS DA FELICIDADE
Lembre-se de que os outros são pessoas que você pode auxiliar, ainda hoje, e das quais talvez amanhã mesmo você precisará de auxílio. Todo solo responde não somente conforme a plantação mas também segundo os cuidados que recebe. Aqueles que renteiam conosco nas mesmas trilhas evolutivas assemelham-se a nós, carregando qualidades adquiridas e deficiências que estão buscando liquidar e esquecer. Reflita nos arranhões mentais que você experimenta quando alguém se reporta irrefletidamente aos seus problemas e aprenda a respeitar os problemas alheios. Pensemos no bem e falemos no bem, destacando o lado bom dos acontecimentos, pessoas e coisas.
Toda vez que agimos contra o bem, criamos oportunidades para a influência do mal. Mostremos o melhor sorriso - o sorriso que nos nasça do coração - sempre que entrarmos em contato com os outros. Ninguém estima transitar sobre tapetes de espinhos. Evitemos discussões. Diálogo, na essência, é intercâmbio. Se você tem algo de bom a realizar, não se atrase nisso. Hoje é o tempo de fazer o melhor.Estime a tarefa dos outros, prestigiando-a com o seu entusiasmo e louvor na construção do bem. Criar alegria e segurança nos outros é aumentar o nosso rendimento de paz e felicidade.
Não contrarie os pontos de vista dos seus interlocutores. Podemos ter luz em casa sem apagar a lâmpada dos vizinhos.
Você é uma instituição com objetivos próprios dentro da Vida, a Grande Instituição de Deus. Os amigos são seus clientes e se você procura ajudá-los, eles igualmente ajudarão você. Se você sofreu derrotas e contratempos, apenas se deterá se quiser. A Divina Providência jamais nos cerra as portas do trabalho e, se passamos ontem por fracassos e dificuldades em nossas realizações, o Sol a cada novo dia nos convida a recomeçar.
Na Era do Espírito- Francisco Cândido Xavier e J.Herculano Pires/André Luiz
O VERDADEIRO ESPÍRITA
“O espírita é reconhecido pelo esforço que faz para sua transformação moral e para vencer suas tendências para o mal.” – Allan Kardec O verdadeiro espírita é aquele que aceita os princípios básicos da Doutrina Espírita. Quando se pergunta ao praticante: Você é espírita? Comumente ele responde: “Estou tentando”. Na verdade, a resposta deveria ser sem hesitação: Sou espírita!!! Quanto ao fato de ser perfeito ou qualquer qualificação moral é outro assunto, que não exime o profitente( aquele que professa) de ser incisivo na sua resposta. Nesse ponto, o praticante não tem que hesitar na sua definição, porquanto Allan Kardec foi claro no seu esclarecimento ao afirmar que se reconhece o espírita pelo seu esforço, pela sua transformação, e não pelas suas virtudes ou pretensas qualidades, raras nos habitantes deste Planeta. O que acontece com freqüência, seja iniciante ou mesmo com os mais antigos, é que, será mais cômodo não assumir uma postura mais responsável ou permanecer com um pé na canoa e outro na terra. Admite-se até, em determinadas ocasiões que se queira dar uma demonstração de modéstia, mas, que não se justifica sob o ponto de vista de definição pessoal. A propósito, lembro-me de ter ouvido em uma emissora de rádio da Capital um pronunciamento de um padre católico, ao referir-se aos católicos, que freqüentam os Centros Espíritas para os habituais Passes e a “aguinha fluidificada” e passam a vida sem ter a mínima noção do que representa o Passe e a água. Para esses meio-cá-meio-lá, o mencionado reverendo denominou-se de “catóritas”.
Engraçado, não!? Como chamar os espíritas que se dedicam aos trabalhos nos Centros Espíritas, mas que continuam batizando os filhos, sob o pretexto de que quando maiores escolherão sua própria religião, casam os filhos na Igreja com as pompas e as cerimônias habituais, fazem a Primeira Comunhão com as tradições da Igreja Católica, etc? Quando os Centros Espíritas se organizarem verdadeiramente, proporcionando aos seus freqüentadores uma contundente orientação doutrinário, além do Passe e da Água Fluidificada, para maior compreensão dos princípios básicos que devem nortear o aprendiz e os trabalhadores na Seara Espírita, certamente, o verdadeiro espírita terá uma nova postura na sociedade, mais convincente, porque passará a distinguir o que é ser espírita, segundo a analogia explicitada por Allan Kardec nas obras básicas organizadas pelo codificador sob a orientação dos Benfeitores Espirituais. Texto de Jamil Salomão--recebido de www.oespiritismo.org.br PS- grifo nosso.
“Solidários, seremos união. Separados uns dos outros seremos pontos de vista. Juntos, alcançaremos a realização de nossos propósitos.” Bezerra de Menezes
PALAVRAS DE MARCO PRISCO
Quando você afasta do piso uma casca de fruta deixada pela negligência de alguém, não pratica apenas um ato de gentileza. Evita que algum desavisado escorregue, sofrendo tombo violento. Ao ceder o lugar no transporte coletivo a um ancião, você não realiza um gesto de cortesia somente. Atende a um corpo cansado, poupando as energias de quem poderia ser seu genitor. Se você oferece braço moço à condução de um volume, poupando aquele que o carrega, não pratica unicamente uma delicadeza. Contribui fraternalmente para o júbilo de alguém que, raras vezes, encontra ajuda. Portando a boa palavra em qualquer situação, você não atende exclusivamente à finura do trato. Realiza entre os ouvintes o culto do verbo são, donde fluem proveitosos e salutares ensinamentos. Silenciando uma afronta em público, você não atesta apenas o refinamento social. Poupa-se à dialogar violento, que dá margem a ódios irremediáveis. Se você oferece agasalho a algum desnudo, não só atende à delicadeza humana, por filantropia. Amplia a cultura da caridade pura e simples. Ao sorrir, discretamente, dando ensejo a um desafeto de refazer a amizade, você não age tão-somente em tributo à educação. Apaga mágoas e ressentimentos, enquanto "está no caminho com ele". Procurando ajudar um enfermo cansado a galgar e vencer dificuldades, você não procede imbuído apenas de gentileza. Coopera para que a vida se dilate no debilitado, propiciando-lhe ensejos evolutivos. Atendendo impertinente criança que o molesta, num grupo de amigos, você não se situa só na formosura da conduta externa. Liberta um homem futuro de uma decepção presente. No exercício da gentileza, a alma dilata recursos evangélicos e vive o precioso ensino do Mestre ao enfático doutor da lei, com afabilidade e doçura, quando Ele afirmou: "Vai e faze o mesmo!".
Autor: Marco Prisco (espírito) Psicografia de Divaldo Franco. Da obra: Glossário Espírita-Cristão
FORTALEZA
"Sabendo que a tribulação produz fortaleza" - Paulo (Romanos, 5:3)
Quereis fortaleza? Não vos esquiveis à tempestade.
Muita gente pretende robustecer-se ao preço de rogativas para evitar o serviço áspero.Chegada a preciosa oportunidade de testemunhar a fé, internam-se os crentes, de maneira geral, pelos caminhos largos da fuga, acreditando-se em segurança. Entretanto , mais dia menos dia, surge a ocasião dolorosa em que abrem falência de si mesmos. Julgam-se, então, perseguidos e abandonados.
Semelhantes impressões, todavia, nascem da ausência de preparo interno. Esquecem-se os imprevidentes de que a tempestade possui certas funções regeneradoras e educativas que é imprescindível não menosprezar. A tribulação é a tormenta das almas.Ninguém deveria olvidar-lhe os benefícios.
Quando a verdade brilhar, no caminho das criaturas, ver-se-á que obstáculos e sofrimentos não representam espantalho para os homens, mas sim quadros preciosos de lições sublimes que os aprendizes sinceros nunca podem esquecer
Que seria da criança sem a experiência?que será do espírito sem a necessidade?
Aflições, dificuldades e lutas são forças que compelem à dilatação de poder, ao alargamento de caminho.
É necessário que o homem, apesar das rajadas aparentemente destruidoras do destino, se conserve de pé, desassombradamente, marchando,firme,ao encontro dos sagrados objetivos da vida.Nova luz lhe felicitará, então, a esfera íntima, conduzindo-o desde a terra, à gloriosa ressurreição no plano espiritual.
Escutemos as palavras de Paulo e vivamo-las! Ai daqueles que se deitarem sob a tempestade! Os detritos projetados do monte pelas correntes do aguaceiro poderão sufocá-los, arrastando-os para o fundo do abismo. Emmanuel- Chico Xavier. do livro: Vinha de Luz
Se os que se dizem investidos de poder divino revelam sinais de uma missão de natureza elevada, isto é, se possuem no mais alto grau as virtudes cristãs e eternas: a caridade, o amor, a indulgência, a bondade que concilia os corações; se, em apoio das palavras, apresentam os atos, podereis então dizer: Estes são realmente enviados de Deus.
E.S.E, cap. XXI, item 8

Reagir ao menor sinal de provocação não é um sinal de força, é falta de habilidade para tolerar.
Saiba que, quanto mais forte você é, menos se deixará perturbar por adversidades ou oposição.
Assim como o oceano absorve tudo o que vai até ele, se você é realmente forte, aceita tranqüilamente os altos e baixos da vida.
E lembre-se sempre do velho ditado que diz: os recipientes vazios fazem mais barulho do que os cheios; da mesma maneira, a violência é o instrumento daqueles que são ou estão vazios internamente.
As pessoas que absorvem a essência da espiritualidade nunca usam da agressão, porque sabem que a verdade nunca pode ser derrotada pela força.
(Brahma Kumaris)
EVANGELIZAÇÃO INFANTO-JUVENIL
Em breve o CEAK estará retomando as atividades da Evangelização Infanto-Juvenil.
Se você conhece alguma criança maior de 5 anos ou algum jovem, procure-nos para maiores informações

O Caranguejo
RIichard Simonetti
(O Reformador, abril, 1999).
O pregador anunciou:
- Meus caros amigos, tenho três notícias. Uma boa e duas más.
Um murmúrio percorreu a comunidade reunida.
O que estaria acontecendo?
- A primeira notícia má, algo que todos já notaram: nosso templo está em péssimas condições Necessita de uma reforma.
Expectativa...
- A notícia boa: temos o dinheiro! Sorrisos.
- A outra notícia má: o dinheiro ainda está no bolso de vocês!
Essa pitoresca história ajusta-se com perfeição às lides espíritas:
Há dinheiro para sustentar e dinamizar os Centros Espíritas, em reformas e ampliação de serviços.
Só há um probleminha: Está no bolso dos espíritas .
À luz da Doutrina, particularmente do apelo fundamental contido na máxima de Kardec – Fora da Caridade não há Salvação – os Centros bem orientados transformam-se em células atuantes e empreendedoras envolvendo, além da atividade doutrinária, a assistência e a promoção de famílias carentes, em creches, berçários, hospitais, escolas, albergues, lares da infância e da velhice...
Está implícita nos textos doutrinários uma permanente convocação às atividades voluntárias em favor do bem comum.
É preciso estar muito distraído ou indiferente para não perceber isso.
Infelizmente, partindo do princípio de que o Espiritismo é a doutrina da consciência livre, essas iniciativas ficam ao arbítrio das pessoas que, mesmo quando se conscientizam, tendem a estabelecer cotas mínimas de participação e contribuição.
Isso ocorre particularmente em relação ao dinheiro, o chamado vil metal, quando usado em interesses pessoais, mas que poderia ser transformado em metal nobre para atender às carências humanas.
Em muitos Centros esse assunto é tabu. Alega-se que falar em dinheiro passaria a impressão de que estamos cobrando por benefícios prestados àqueles que buscam ajuda espiritual.
Cotizam-se alguns diretores para pagar despesas básicas – zelador, água, luz, telefone, limpeza...
Quando se cogita de qualquer novidade, envolvendo um serviço
assistencial, a pintura inadiável, a ampliação necessária, a despesa inesperada, dão tratos ao bestunto os dirigentes, pensando em almoços, bazares, feiras, sorteios, campanhas de jornais, livros, vidro, garrafas, alumínio, plástico, e tudo o mais que possa render alguns trocados
É louvável, mas seria muito mais prático e produtivo se todos se dispusessem a contribuir regularmente, considerando que integram uma sociedade espírita que, como ocorre com todas elas, deve exigir de seus participantes o cumprimento de determinados deveres estatutários, a começar por um elementar – pagar uma contribuição mensal.
Outra questão espinhosa: o valor da contribuição.
Geralmente as pessoas oferecem suas sobras.
Justamente por isso muitos não contribuem.
É que, segundo seus programas, há sempre compromissos inadiáveis que absorvem as disponibilidades.
- Estou reformando minha casa...
- Viajarei de férias...
- Troquei de automóvel...
- Ampliei meus negócios...
- Fiz investimentos...
- Meu filho entrou na faculdade...
- Há gente doente em casa...
Oportuno lembrar a passagem evangélica da viúva pobre, em Lucas, 21:1-4:
¨Olhando Jesus, viu os ricos lançarem as suas ofertas no gazofilácio [onde eram depositadas as oferendas] Viu também uma viúva pobre lançar ali duas pequenas moedas .
E disse:
Em verdade vos digo que esta viúva pobre deu mais do que todos. Todos estes deram como oferta daquilo que lhes sobrava; mas ela, da sua pobreza, deu todo o sustento que tinha¨ .
A observação do Mestre é de clareza meridiana...
Enquanto nossas contribuições girarem em torno de sobras, pouco faremos, porquanto na contabilidade dos interesses particulares sempre falta o necessário.
Mesmo generosos saldos credores são registrados como reserva técnica para atender a problemas eventuais.
Resultado – nunca sobra nada.
A experiência demonstra que quando superamos essa tendência e nos dispomos a contribuir generosamente, somos recompensados com bênçãos que o dinheiro não pode comprar.
Lembro-me de um amigo, comprometido com a usura.
Para desespero seu, gastava muito com problemas de saúde, pessoais e familiares.
Nunca tinha disponibilidades a oferecer, sempre temeroso de lhe faltarem recursos para atender aos males que se sucediam.
Um dia criou coragem, livrou-se do caranguejo (as pessoas muito apegadas parecem ter o crustáceo no bolso, guardando seu dinheiro).
Com grande constrangimento, timidamente em princípio, começou a usar os seus haveres para atender às carências alheias.
Para sua surpresa, quanto mais oferecia, menos gastava com médicos e remédios. Uma boa troca.
Poderíamos, em favor dessa tese, lembrar que: Quem dá aos pobres empresta a Deus.
Considerando que, em última instância, tudo pertence a Deus, somos apenas depositários do dinheiro que amoedamos.
A mordomia justa e perfeita será sempre aquela que nos leva a atender os filhos de Deus com seu próprio dinheiro, transitoriamente confiado à nossa administração.
Vale lembrar, a esse propósito, o célebre conto de Tagore, em que um aldeão, procurado pelo Senhor da Vida, deu-lhe apenas um grão do trigo que trazia em seu alforje.
Depois, em casa, constatou que no lugar do grão doado estava uma gema preciosa.
E lamentou o parcimonioso doador: - Tolo que fui! Deveria ter entregado todo o trigo ao Senhor da Vida!
O valor da contribuição e sua regularidade são um assunto resolvido pelos evangélicos. Com base em textos bíblicos, estabelecem o dízimo, a décima parte do rendimento dos fiéis, entregue mensalmente à igreja.
Uma serviçal doméstica ganhava perto de dois salários mínimos. Antes de qualquer iniciativa, retirava os sagrados dez por cento para a igreja que freqüentava, embora lhe fizessem falta. Viúva, tinha quatro filhos pequenos.
Não obstante, contribuía religiosamente, considerando que seria um “roubo” ficar com o “dinheiro de Deus”.
Poderemos questionar tamanho rigor, não obstante a lição de Jesus, mas é inegável que dá resultado. Os profitentes( aqueles que professam) levam à sério a necessidade de contribuir e com isso as igrejas brotam em todos os bairros e o movimento cresce a olhos vistos.
De moto-próprio deveríamos fixar uma porcentagem sobre rendimentos, destinada às obras espíritas, superando um problema que é freqüente nos Centros Espíritas:
O dinheiro para a necessária reforma, a pintura, a instalação do serviço assistencial, a publicação do periódico, a biblioteca, a livraria espírita, e muito mais, permanece seqüestrado pelo caranguejo em nosso bolso.
Comentário final : Você está com um caranguejo em seu bolso ?

NÃO ESMOREÇAS
"Não temas as coisas que tens de sofrer..." - Apocalipse, 2:10.
Confia na Divina Providência que te deu a vida, e nunca esmoreças. Ainda que os teus melhores propósitos apareçam frustrados, não te desencorajes nas empresas de elevação.
Perseverança é a base do êxito na realização de todas as boas obras. Ainda que as tuas mais belas esperanças se esfumem, ao toque de inesperados desenganos, não te abatas sob o peso de inquietações desnecessárias.
Recomeço de ação desmantelada é construção de segurança.. Ainda que te acusem indebitamente, com recordação de delitos dos quais não tiveste o mínimo conhecimento, não te afastes dos encargos que a existência te reservou.
O tempo falará por ti, no momento oportuno. Ainda que a tarefa em tuas mãos se mostre aparentemente perdida, não desesperes.
Fracasso é lição para que se faça o melhor. Ainda mesmo que essa ou aquela enfermidade te ameace a estabilidade orgânica, não desanimes.
O Auxílio Invisível da Espiritualidade Superior possui veículos inúmeros de socorro, a fim de trazer-nos reequilíbrio e renovação. Ainda mesmo quando as afeições mais queridas te deixem a sós, não te permitas entorpecer os braços ante o frio da solidão.
O amparo da Vida Maior te guiará no rumo de corações outros que te abençoem a presença e te garantam as energias para que não falhes nas realizações edificantes para as quais te diriges.
Seja qual for a provação que te assinale o caminho, jamais esmoreças.
Mantém-te na confiança em Deus e espera por Deus, trabalhando e servindo na edificação do bem de todos, tanto quanto isso se te faça possível, porque Deus também confia, esperando por ti. (Emmanuel, Chico Xavier in Recado do Além).

A TORRE DE MARFIM
Se escreves ou falas, na construção das verdades do espírito, não te distancies dos outros, a tal ponto que eles não possam aproveitar e compreender.
Impróprio viver de modo exclusivo no passado ou no futuro.
Para atender, hoje, convenientemente ao vizinho, não precisas abordar-lhe a residência, ocupando uma cadeirinha medieval ou fazendo acionar um foguete de Astronáutica.
Lamentável o emprego de linguagem empolada ou fora de uso. Pura ironia deitar consolo em sânscrito a pessoas desalentadas e tristes, neste momento, junto de nós.
Inadequado derramar intelectualidade excessiva, a propósito de todas as ocorrências. O rio que lhe dá de beber não desemboca dentro de sua casa, mas sim pede torneira humildade que lhe gradue e corrente.
Contra-senso trancar-se no conhecimento superior, a pretexto de que a ignorância senhoreia os demais. Ouro que não auxilia a ninguém, no critério da vida, é inferior ao calhau que defende uma planta. Inútil fugir ao exame dos problemas da Humanidade por mais escabrosos sejam.
Só porque se faça música sublime numa sala terrestre, não quer dizer que executores e ouvintes estejam imunizados contra a dor de cabeça
Desistamos de ensinar quais fôssemos anjos. Os sábios, para estudarem as constelações, no cimo dos observatórios não prescindem do pão que a terra produz.
Loucura menosprezar o trabalho dos outros. A cooperação de que te vales na vida, queiras ou não, começa no lugar onde conversas, tanto quanto no papel ou na tinta com que grafas o pensamento.
Disparate enxergar valor somente no brilho da inteligência, menoscabando as outras atividades.
O sol refletindo no areal do deserto é um deslumbramento de luz mas arrasa qualquer caravana desprevenida.
Se desejas edificações espirituais, abraça o povo. Recorda o Cristo descendo de remotas paragens do firmamento em auxílio dos homens, do contrário, podes ser um gigante de sensibilidade e cultura, mas não passarás de um tesouro pensante, em torre de marfim.
( André Luiz –psicografia de Waldo Vieira, in livro "Sol nas Almas")
SERVIÇO
Serviço é a linha divisória que separa os dois maiores grupos do mundo:
Aqueles que ajudam e aqueles que obstruem; aqueles que elevam e aqueles que se apóiam; aqueles que contribuem e aqueles que consomem.
O que posso fazer para entrar no grupo dos que servem o mundo?
Dar coragem.
Mostrar interesse.
Acabar com o medo.
Construir autoconfiança.
Despertar a esperança nos outros.
Amá-los e mostrar isto em minhas ações
(B. Kumaris, in Meditação e Qualidade de Vida).)

PALAVRAS DE MARCO PRISCO
(Psicografia de Dilvado Franco).
SUGESTÕES
Seu triunfo e libertação dependem do esforço desenvolvido para atingir a meta que você objetiva.
Cuide do seu íntimo - fiscalize a mente.
No equilíbrio originário da segurança interior, surge a paz inspiradora da felicidade irradiante.
Comece a felicidade onde sua realização felicite alguém e "guarde a calma na luta", que "é sempre um sinal de força e confiança".
FÉ
Afeiçoe-se ao conhecimento e estude sem cessar. A ignorância que se retrai deixa campo à felicidade que se expande.
Transforme a própria fé num Evangelho de ações superiores. A maior religião e a mais necessária é aquele que, fundamentando-se na crença em DEUS, na imortalidade da alma e na Justiça Divina pelo renascimento, se converte em bênção a favor de todos.
Fé ativa, fé consoladora - religião idelal..
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EXIGE A MORAL ESPÍRITA UMA CONDUTA ESPONTÂNEA ?
Há uma tendência bastante forte, no meio espírita, para um tipo de moral religiosa que se caracteriza pelo artificialismo. Compreende-se que grande número de pessoas, em conseqüência das heranças do passado e dos exemplos de presente, não consigam adotar outra forma de conduta. Mas não é justo que os espíritas mais esclarecidos, de mente suficientemente aberta para as novas perspectivas que a doutrina abre sobre o mundo, continuem a formalizar-se na vida social.
O Espiritismo, ensina Kardec: "é uma questão de fundo e não de forma". De nada vale o exagero nas boas maneiras, a voz macia e os extremos de pureza formal, — não comer carne, não fumar, não tomar bebidas alcoólicas, não freqüentar festas mundanas, não contar nem ouvir anedotas picantes, — se o coração não estiver limpo. A pureza que o Espiritismo nos ensina é interior. Deve, por isso mesmo, reger a nossa conduta, em vez de esperarmos que uma conduta artificial nos purifique.
Quando o Espiritismo ensina que os formalismos do culto exterior são inúteis, ensina também que toda exterioridade sem raízes no coração é igualmente inútil. E é o mesmo que Jesus ensinava, ao repelir os formalismos da hipocrisia farisaica. Veja-se o caso do ascetismo, da fuga ao mundo, às responsabilidades. pesadas da vida em sociedade, que o Espiritismo condena como produto do egoísmo. Se a encarnação é a nossa possibilidade de relações com pessoas e meios sociais, a que estamos ligados em virtude do passado, é claro que devemos aproveitar essa oportunidade e não inutilizá-la. Estamos, agora, no lugar certo, como diz uma recente mensagem mediúnica, e seria prejudicial fugirmos a ele.
O espírita não tem motivo algum para retornar às práticas da moral farisaica. A doutrina lhe ensina a espontaneidade, a naturalidade, e a correção dos seus erros e dos seus defeitos na própria relação com os semelhantes. É na vida de relação que podemos evoluir. Querer forçar a evolução com abstenções e atitudes falsas, seria iludir-nos a nós mesmos e também aos outros, o que é ainda mais grave. Ninguém vira santo por meio de fórmulas. Não é o que entra pela boca o que contamina o homem, como Jesus ensinou, mas o que sai da boca. Nossa conduta deve refletir o que somos, e por isso devemos cuidar muito mais do nosso coração do que das nossas aparências.
O Homem Novo de J. Herculano Pires
UM ENSINAMENTO QUE FICOU
A luta ia acesa.Trabalhos. Dificuldades,iincompressões. Chico, ao lado de José Xavier, perseverava...
Uma noite, porém, experimentava enorme fadiga. E à hora da reunião, perguntava a si mesmo:
— Valia a pena combater? Por que dedicar-se à mediunidade se Jesus já estivera no mundo e, tudo ensinando, não fora compreendido? Não seria melhor entregar a Nosso Senhor a Terra com tudo o que pertence à vida dos homens?
Foi então que a mãezinha desencarnada recomendou-lhe que abrisse o Novo Testamento, o que Chico fez pela primeira vez,,esclarecendo-lhe que o Evangelho tem sempre uma resposta para nossas dúvidas.
O filho abriu o Código Divino, ao acaso, e leu no versículo 1, do Capítulo 1, dos Atos dos Apóstolos; “... no primeiro livro, ó Teófilo, relatei todas as coisas que Jesus começou a fazer e ensinar”.
A entidade carinhosa, acordando-o para o dever a cumprir, observou:
— Reparou, meu filho? Pela narração dos Apóstolos, ficamos sabendo que o Evangelho relata as maravilhas que Jesus começou a fazer e a ensinar...
Aprendamos a cooperar com Ele, porque ainda estamos muito longe da conclusão do Reino de Deus na Terra que Nosso Senhor está construindo.
E o ensinamento ficou, exigindo meditação...
Lindos casos de Chico Xavier, por Ramiro Gama.

CANTINHO DO EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO
Os Espíritos não vêm isentar o homem da lei do trabalho: vêm unicamente mostrar-lhe a meta que lhe cumpre atingir e o caminho que a ela conduz, dizendo-lhe: Anda e chegarás. cap. XXV, item 4.
Até ao presente, a fé não foi compreendida senão pelo lado religioso, porque o Cristo a exalçou como poderosa alavanca e porque o têm considerado apenas como chefe de uma religião. Entretanto, o Cristo, que operou milagres materiais, mostrou, por esses milagres mesmos, o que pode o homem, quando tem fé, isto é, a vontade de querer e a certeza de que essa vontade pode obter satisfação cap. XIX, item 12.
O homem que não se considere suficientemente bom para exercer salutar influência, não deve por isso abster-se de orar a bem de outrem, com a idéia de que não é digno de ser escutado. A consciência da sua inferioridade constitui uma prova de humildade, grata sempre a Deus, que leva em conta a intenção caridosa que o anima. cap. XXVII, item 14.
Está no pensamento o poder da prece, que por nada depende nem das palavras, nem do lugar, nem do momento em que seja feita. Pode-se, portanto, orar em toda parte e a qualquer hora, a sós ou em comum. A influência do lugar ou do tempo só se faz sentir nas circunstâncias que favoreçam o recolhimento. cap. XXVII, item 15.
TODOS NÓS PRECISAMOS...
Todos nós precisamos da verdade , porque a verdade é a luz do espírito, em torno de situações, pessoas e coisas; fora dela a fantasia é capaz de suscitar a loucura, sob o patrocínio da ilusão. Entretanto, é necessário que a caridade lhe comande as manifestações para que o esclarecimento não se torne fogo devorador nas plantações da esperança.
Todos nós precisamos da justiça , porque a justiça é a lei, em torno de situações, pessoas e coisas: fora dela, a iniqüidade é capaz de premiar o banditismo, em nome do poder. Entretanto, é necessário que a caridade lhe presida as manifestações para que o direito não se faça intolerância, impedindo a recuperação das vítimas do mal.
Todos nós precisamos da lógica , porque a lógica é a razão em si mesma, em torno de situações, pessoas e coisas; fora dela, a paixão é capaz de gerar crime, à conta de sentimento. Entretanto, é necessário que a caridade lhe inspire as manifestações,para que o discernimento não se converta em vaidade, obstruindo os serviços da educação.
Todos nós precisamos da ordem , porque a ordem é a disciplina, em torno de situações, pessoas e coisas; fora dela. O capricho é capaz de estabelecer a revolta destruidora, sob a capa dos bons intentos. Entretanto, é necessário que a caridade lhe oriente as manifestações para que o método não se transforme em orgulho, aniquilando as obras do bem.
Cultivemos a verdade, a justiça, a lógica e a ordem, buscando a caridade e reservando, em todos os nossos atos, um lugar para ela, porquanto a caridade é a força do amor e o amor é a única força com bastante autoridade para sustentar-nos a união fraternal, sob a raiz sublime da vida, que é Deus.
É por isso que Allan Kardec, cônscio de que restaurava o Evangelho do Cristo para todos os climas e culturas da Humanidade, inscreveu nos pórticos do Espiritismo a divisa inolvidável, destinada a quantos lhe abraçam as realizações e os princípios: - Fora da caridade não há salvação .
(Do livro Estude e Viva, Emmanuel e André Luiz, psicografia Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira)
SE DECIDES...
Se te decides, efetivamente, a imunizar o coração contra as influências do mal, é necessário te convenças:
Que todo minuto é chamamento de Deus à nossa melhoria e renovação;
- Que toda pessoa se reveste de importância particular em nosso caminho;
- Que o melhor processo de receber auxílio é auxiliar em favor de alguém;
- Que a paciência é o principal ingrediente na solução de qualquer problema;
- Que sem amor não há base firme nas construções espirituais;
- Que o tempo gasto em queixa é furtado ao trabalho;
- Que desprezar a simpatia dos outros, em nossa tarefa, é o mesmo que pretender semear um campo sem cogitar de lavrá-lo;
- Que não existem pessoas perversas e sim criaturas doentes a nos requisitarem amparo e compaixão;
- Que o ressentimento é sempre foco de enfermidade e desequilíbrio;
- Que ninguém sabe sem aprender e ninguém aprende sem estudar;
- E que, em suma, não basta pedir aos Céus, através da oração, para que baixem à Terra, mas também cooperar, através do serviço ao próximo, para que a Terra se eleve igualmente para os Céus...
Emmanuel, psicografia de
Chico Xavier in : "Paz e Renovação"
LENDA JAPONESA
Era uma vez um grande samurai que vivia perto de Tóquio. Mesmo idoso, se dedicava a ensinar a arte zen aos jovens.
Apesar de sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer adversário.
Certa tarde, um guerreiro, conhecido por sua total falta de escrúpulo, apareceu por ali. Queria derrotar o samurai e aumentar sua fama.
O velho aceitou o desafio e o jovem começou a insultá-lo.
Chutou algumas pedras em sua direção, cuspiu em seu rosto, gritou insultos,ofendeu seus ancestrais.
Durante horas, fez tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu impassível.
No final do dia, sentindo-se já exausto e humilhado, o guerreiro retirou-se.
E os alunos, surpresos, perguntaram ao mestre como ele pudera suportar tanta indignidade.
- Se alguém chega até você com um presente e você não o aceita a quem pertence o presente?
- A quem tentou entregá-lo, respondeu um dos discípulos. - O mesmo vale para a inveja, a raiva e os insultos.
Quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem os carregava consigo.
A sua paz interior depende exclusivamente de você.
As pessoas não podem lhe tirar a calma. Só se você permitir ...
(Autoria desconhecida. Grifos nossos).
A FÉ DE UMA CRIANÇA
Foi na áfrica central. No abrigo improvisado das missionárias, uma mulher entrou em trabalho de parto.
Apesar de todos os esforços da equipe, ela não resistiu e morreu, logo após dar à luz um bebê prematuro. Sua filhinha de dois anos começou a chorar e não havia o que a pudesse consolar.
Não havia eletricidade e, portanto, era complicado manter o bebê vivo sem uma incubadora. Ele foi colocado em uma caixa e envolto em panos de algodão.
Bem depressa alguém foi alimentar o fogo para aquecer uma chaleira de água para a bolsa de água quente. Mesmo morando na linha do equador, as noites eram, por vezes, frias e sopravam aragens traiçoeiras. Logo descobriram que a única bolsa para água quente estava rompida. “Que fazer?” – pensou a responsável.
Providenciou para que o bebê ficasse em segurança tão próximo quanto possível do fogo. À noite, para protegê-lo das lufadas de vento frio, as moças deveriam dormir entre a porta e o bebê.
Na tarde seguinte, a missionária foi orar com as crianças do orfanato. Para as incentivar à oração, ela fez uma série de sugestões e lhes contou a respeito do bebê. Explicou a dificuldade em mantê-lo aquecido, sem a bolsa de água quente. Também disse que o bebê poderia morrer de frio.
Mencionou ainda a irmãzinha de 2 anos que não parava de chorar a ausência da mãe.
Então, uma menina de 10 anos se ergueu e orou em voz alta: “Por favor, Deus, manda-nos uma bolsa de água quente. Amanhã talvez já seja tarde, porque o bebê pode não agüentar. Por isso, manda a bolsa ainda hoje. E... Deus, já que estás cuidando disso mesmo, por favor, manda junto uma boneca para a irmãzinha dele, para que saiba que também a amas de verdade.”
A missionária nem conseguiu dizer assim seja. Poderia Deus fazer aquilo? O único jeito de Deus atender o pedido da menina seria por encomenda de sua terra natal, via correio. Ela lembrou que estava na áfrica central há 4 anos.
Nunca havia recebido uma encomenda postal de sua casa. E mesmo que alguém tivesse a idéia de mandar um pacote, quem pensaria em mandar uma bolsa de água quente, para um local na linha do Equador?
Naquela tarde, um carro estacionou no portão da casa e deixou um pacote de 11 kg . na varanda. As crianças do orfanato rodearam o pacote. Quarenta olhos arregalados acompanharam a abertura. Eram roupas coloridas e cintilantes. Havia também ataduras, caixinhas de passas de uva e farinha. E, bem no fundo, uma bolsa de água quente, novinha em folha.
Rute, a garota que pedira a bolsa, na prece, gritou: “Se Deus mandou a bolsa, mandou também a boneca.”
Será? E lá estava ela. Linda e maravilhosamente vestida. Olhando para a missionária, Rute perguntou:
“Posso ir junto levar a boneca para aquela menina, para que ela saiba que Deus a ama muito?”
O pacote fora enviado há 5 meses, por iniciativa de uma ex-professora da missionária, que resolveu enviar uma bolsa de água quente, sem mesmo saber porquê.
Uma das suas auxiliares, ao fechar o pacote, decidiu mandar uma boneca. Tudo isso, cinco meses antes, em resposta a uma oração de uma menina de 10 anos que acreditou, fielmente, que Deus atenderia a sua oração, ainda naquela tarde.
E há quem duvide que Deus é onipresente e onisciente !
Equipe de Redação do Momento Espírita, texto de autoria ignorada,tradução do Rev. Oscar Lehenbauer
COSTURINHA
O CEAK convida as irmãs que saibam costurar, bordar, fazer pintura em tecido, tricô ou crochê, para participarem do grupo da Costurinha, O CEAK distribui, anualmente , 240 enxovais para recém-nascidos Fale conosco . Horário- 4as.feiras das .13.30 às 16.30 horas.

EVANGELIZAÇÃO INFANTO-JUVENIL
As Evangelizadoras e os evangelizandos, adquiriram o saudável hábito de procurar, nos jornais e na televisão, o que chamamos de BOAS NOTÍCIAS .
Ou seja, notícias relacionadas com a ecologia, atos demonstrativos de caridade e solidariedade e todas que apresentem um vínculo com os Ensinamentos de Amor de Jesus e com a Doutrina Espírita.
No ano de 2008, foram selecionadas mais de 300 notícias e algumas, escolhidas pelas próprias crianças, foram colocadas no Painel do DIJ , na sala do CEAK.
ESPÍRITAS ! AMAI-VOS , EIS O PRIMEIRO ENSINAMENTO; INSTRUÍ-VOS, EIS O SEGUNDO.
Todas as verdades se encontram no Cristianismo. Os erros que nele se enraizaram são de origem humana. Eis que de além túmulo, que acreditáveis ser o nada, vozes vos gritam: Irmãos, nada tem fim; Jesus Cristo é o vencedor do mal; sede vós os vencedores da incredulidade.-
O Espírito de Verdade, Paris,1861-E.S.E. ,cap. 6, item5
BIBLIOTECA DO CEAK
Sigam o conselho do Espírito de Verdade. O CEAK possui uma vasta biblioteca , que se encontra á disposição dos frequentadores da casa.
Procurem-nos e saibam como é feito o empréstimo de nosso acervo.
CORAÇÕES DISTANTES
Um dia, um pensador indiano fez a seguinte pergunta a seus discípulos:
“Por que as pessoas gritam quando estão aborrecidas?”
“Gritamos porque perdemos a calma” disse um deles.
“Mas, por que gritar quando a outra pessoa está ao seu lado?” Questionou novamente o pensador.
“Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça” , retrucou outro discípulo.
E o mestre volta a perguntar: “Então não é possível falar-lhe em voz baixa?”
Várias outras respostas surgiram, mas nenhuma convenceu o pensador.
Então ele esclareceu: “Vocês sabem porque se grita com uma pessoa quando se está aborrecido?
O fato é que, quando duas pessoas estão aborrecidas, seus corações se afastam muito.
Para cobrir esta distância precisam gritar para poderem escutar-se mutuamente.
Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte terão que gritar para ouvir um ao outro, através da grande distância.
Por outro lado, o que sucede quando duas pessoas estão enamoradas?
Elas não gritam. Falam suavemente. E por quê?
Porque seus corações estão muito perto. A distância entre elas é pequena.
Às vezes estão tão próximos seus corações, que nem falam, somente sussurram.
E quando o amor é mais intenso, não necessitam sequer sussurrar, apenas se olham, e basta. Seus corações se entendem.
É isso que acontece quando duas pessoas que se amam estão próximas.”
Por fim, o pensador conclui, dizendo:
"Quando vocês discutirem, não deixem que seus corações se afastem, não digam palavras que os distanciem mais, pois chegará um dia em que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta".
Pense nisso!
Quando você for discutir com alguém, lembre-se que o coração não deve tomar parte nisso.
Se a pessoa com quem discutimos não concorda com nossas idéias, não é motivo para gostar menos dela ou nos distanciar, ainda que por instantes.
Quando pretendemos encontrar soluções para as desavenças, falemos num tom de voz que nos permita uma aproximação cada vez maior, como a dizer para a outra pessoa: “Eu não concordo com suas idéias ou opiniões, mas isso não me faz gostar menos de você.”
Equipe de Redação do Momento Espírita, com base em ensinamento atribuído ao pensador indiano, Meher Baba.

PARADOXO DO NOSSO TEMPO
George Carlin
Nós bebemos demais, gastamos sem critérios.
Dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TVdemais e raramente estamos com Deus. Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores.
Nós falamos demais, amamos raramente, odiamosfreqüentemente.
Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anosà nossa vida e não vida aos nossos anos.
Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho. Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio
Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores.
Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos
Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.
Construímos mais computadores para armazenar mais Informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos cada vez menos.
Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta do homem grande, de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias.
Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casa chiques e lares despedaçados.
Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas , dos cérebros ocos e das pílulas 'mágicas'.
Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa.
Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão aqui para sempre.
Lembre-se dar um abraço carinhoso em seus pais, num amigo, pois não lhe custa um centavo sequer.
Lembre-se de dizer 'eu te amo' à sua companheira(o) e às pessoas que ama, mas, em primeiro lugar, se ame... se ame muito.
Um beijo e um abraço curam a dor, quando vêm de lá de dentro.
Por isso, valorize sua familia e as pessoas que estão ao seu lado sempre.

MAU HUMOR
Se o mau humor te envolve à maneira de sombra sufocante, procura examinar-lhe as origens, a fim de que possas liquidá-lo, tão rapidamente quanto possível.
Emmanuel (Do livro "Calma", Chico Xavier,

A DIVINA TRILOGIA
A ciência é luz.
A filosofia é trabalho.
A religião é amor.
A luz esclarece.
O trabalho aperfeiçoa.
O amor santifica.
Com a ciência experimentamos.
Com a filosofia concluímos.
Com a religião edificamos.
A luz sem trabalho e sem amor pode reduzir-se à beleza inútil.
O trabalho sem amor e sem luz pode ser mera perturbação.
O amor sem luz e sem trabalho pode converter-se em egoísmo fanático.
A ciência, por isso, é senda do progresso. A filosofia, por essa razão, é estrada para o conhecimento.
E a religião, por esse motivo, é caminho para a sublimação espiritual.
A luz exalta a inteligência.
O trabalho enriquece a razão.
O amor diviniza o sentimento.
Com a ciência o homem descobre a casa em que nasceu para a imortalidade, com a filosofia, aprende a viver e com a religião desenvolve as próprias asas que o transportarão à excelsitude imperecível a que se destina.
Façamos, assim de nosso roteiro espírita, com Jesus, o templo vivo, em que a ciência seja cultivada, em que a filosofia se erga em altar de nosso respeito e em que a religião seja alimento de cada
E, alicerçada nessa trilogia de valores universais, estejamos convictos de que faremos de nossa fé o santuário sublime que nos conduzirá do mundo renovado aos Eternos braços de Deus. Emmanuel in "Vida e Caminho", Francisco C. Xavier.

O PÃO ESPIRITUAL
O pão espiritual, amassado em luz invisível, É alimento do coração – constante e durável. Dado embora em migalhas – é valor infinito .
Semente de sabedoria – tornar-se-á celeiro farto, Minuto de esclarecimento – rasga horizontes eternos,
Verbo silencioso – criará mundos novos, Toque de fé – salvará muitas vidas, Bênção de amor – renovará o estímulo apagado
Gota de consolação – amenizará muitas dores, Água da vida – fecundará campos mortos,
Dom divino – sustenta milhares de criaturas, Réstia de esperança – erguerá desesperados,
Pétala da paz – elimina incêndios da discórdia. Raio de luz – descerra caminhos ocultos
Dádiva de compreensão – extingue as sombras da ignorância e do ódio.
Abençoadas sejam as mãos – que cooperam à Mesa Imperceptível de Deus,
Acrescentando esse pão – sublime e imperecível... Distribui-o, em torno de teus passos,
E semearás gloriosos destinos,
Desfazendo as trevas em derredor, Arando o chão duro dos corações cristalizados no mal,
Restituindo a visão aos cegos dos vales da morte
,Devolvendo alegria aos tristes,
Levantando os que tombaram.
Socorrendo náufragos.
Enriquecendo os pobres de luz.
Abrindo portas redentoras
Rompendo muralhas e fronteiras. E unindo almas no Grande Amor...
Segue, mundo afora, espalhando-lhe as graças. Na certeza de que o Cristo é o Pão que desceu do Céu!
André Luiz in ¨Correio Fraterno¨. Psicografia de Francisco Cândido Xavier .

O ESPETÁCULO DA VIDA
Augusto Cury
Que você seja um grande empreendedor.
Quando empreender, não tenha medo de falhar
Quando falhar, não tenha receio de chorar.
Quando chorar, repense a sua vida, mas não recue. Dê sempre uma nova chance para si mesmo.
Encontre um oásis em seu deserto.
Os perdedores vêem os raios.
Os vencedores vêem a chuva e a oportunidade de cultivar.
Os perdedores paralisam-se diante das perdas e dos fracassos.
Os vencedores começam tudo de novo.
Saiba que o maior carrasco do ser humano é ele mesmo.
Não seja escravo dos seus pensamentos negativos.
Liberte-se da pior prisão do mundo: o cárcere da emoção.
O destino raramente é inevitável, mas sim uma escolha.
Escolha ser um ser humano consciente, livre e inteligente.
Sua vida é mais importante do que todo o ouro do mundo.
Mais bela que as estrelas: obra-prima do Autor da vida.
Apesar dos seus defeitos, você não é um número na multidão.
Ninguém é igual a você no palco da vida.
Você é um ser humano insubstituível.
Por isso, desejo que você jamais desista das pessoas que ama. Jamais desista de ser feliz. Lute sempre pelos seus sonhos.
Seja profundamente apaixonado pela vida. pois a vida é um espetáculo imperdível.

COMO SE MEDE UMA PESSOA
Os tamanhos variam conforme o grau de envolvimento: ela é enorme para você , quando fala do que leu e viveu, quando trata você com carinho e respeito , quando olha nos olhos e sorri destravado. É pequena para você , quando só pensa em si mesma , quando se comporta de uma maneira pouco gentil , quando fracassa justamente no momento em que teria que demonstrar o que há de mais importante entre duas pessoas : a amizade , o respeito , o carinho , o zelo e, até mesmo , o amor .
Uma pessoa é gigante para você , quando se interessa pela sua vida , quando busca alternativas para o seu crescimento , quando sonha junto com você .
É pequena , quando desvia do assunto .
Uma pessoa é grande , quando perdoa, quando compreende, quando se coloca no lugar do outro , quando age, não de acordo com o que esperam dela, mas de acordo com o que espera de si mesma .
Uma pessoa é pequena , quando se deixa reger por comportamentos clichês .
Uma mesma pessoa pode aparentar grandeza ou miudeza dentro de um relacionamento, pode crescer ou decrescer num espaço de poucas semanas . Uma decepção pode diminuir o tamanho de um amor que parecia ser grande . A ausência pode aumentar o tamanho de um amor que parecia ser ínfimo .
É difícil conviver com esta elasticidade: as pessoas se agigantam e se centímetros e metros , mas de ações e reações , de expectativas e frustrações .
Uma pessoa é única ao estender a mão , e ao recolhê-la, inesperadamente , se torna mais uma.
O egoísmo unifica os insignificantes . Não é a altura , nem o peso , nem os músculos que tornam uma pessoa grande ... É a sua sensibilidade , sem tamanho...
William Shakespeare, autor inglês.

CANTINHO DO EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO
(...) ¨Segundo a idéia muito falsa de que não se pode alterar a sua própria natureza, o homem se julga dispensado de fazer esforços para se corrigir dos defeitos nos quais se satisfaz de bom grado, ou que lhe exigiram muita perseverança para serem eliminados ¨. Cap. IX, item 10.